quinta-feira, 2 de abril de 2020

Para prevenir o coronavírus, troque as lentes de contato pelos óculos

Uma das formas de prevenir o novo coronavírus (Sars-Cov-2) é não levar as mãos ao rosto. Acontece que quem utiliza lentes de contato costuma manipular os olhos mais vezes. Por isso, a Academia Americana de Oftalmologia emitiu um comunicado orientando essa turma a optar pelos óculos durante a pandemia.

A oftalmologista Alessia Braz, da ZEISS, faz um adendo: no isolamento social, algumas pessoas tendem a encarar o celular, a televisão e mesmo o computador com mais frequência — o que promove coceira, vermelhidão e irritação nos globos oculares.

“Esses sintomas, por sua vez, dão vontade de pôr os dedos nos olhos e são mais evidentes nos usuários de lentes de contato”, raciocina a especialista.

Além de diminuir a vontade de cutucar os órgãos da visão, os óculos funcionam como uma barreira física, protegendo-os de gotículas emitidas por pessoas infectadas ao conversarem ou tossirem, por exemplo.

“No entanto, essa não é a função prioritária dos óculos. Eles não oferecem 100% de segurança, já que a saliva consegue passar pelos espaços laterais, por cima e por baixo. Ou mesmo entrar pela boca ou pelo nariz”, alerta Alessia. Ou seja, nada de achar que está imune ao coronavírus só porque usa esse equipamento.

Agora, se você precisa colocar a lente de contato por alguma razão, não deixe de lavar as mãos frequentemente com água e sabão (ou usar o álcool em gel), principalmente antes e depois de colocá-la ou retirá-la.

“Dê preferência às lentes de descarte diário, evitando assim a manipulação excessiva”, sugere a oftalmologista.

Como higienizar os óculos corretamente

Não adianta fazer a troca sugerida pela Academia Americana de Oftalmologia e pecar na limpeza. Afinal, o Sars-Cov-2 também pode se alojar temporariamente nas lentes e em outras peças dos óculos. “A higienização deve ser realizada diversas vezes ao dia”, orienta a Alessia.

A expert informa que o ideal é adquirir lenços umedecidos próprios para limpar o objeto. Mas vale usar a boa e velha dupla formada por água e sabão (ou detergente neutro).

“Tente não pôr ou tirar sem necessidade os óculos ou colocá-los sobre mesas e outras superfícies que podem estar contaminadas”, orienta a profissional. Ah, e nada de ceder à mania de pôr as hastes na boca.

Um último recado: não limpe o objeto com o álcool em gel. “O produto é capaz de danificá-lo, além de comprometer a saúde ocular e causar queimaduras”, finaliza Alessia.


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Infecção pelo novo coronavírus pode causar também danos ao coração

Tosse, febre e dificuldade para respirar. A essa altura da pandemia, com certeza você já decorou os principais sintomas da Covid-19. Mas, à medida que o tempo passa e novos dados são disponibilizados, outros sintomas menos comuns vão sendo identificados. A perda de olfato, por exemplo, é um indício que foi recentemente catalogado como possível sintoma de Covid-19. Um outro, mais perigoso, está sendo desvendado só agora: a presença de danos nos tecidos do coração.

Segundo um estudo publicado semana passada que analisou os dados de pacientes infectados em Wuhan, na China, 20% dos infectados com Covid-19 apresentavam algum tipo de lesão cardíaca. Muitos deles não tinham doenças cardiovasculares anteriores, e só desenvolveram o quadro depois de serem infectados pelo vírus. Segundo os pesquisadores, o risco de morte nesse grupo foi quatro vezes maior do que em pacientes que não apresentaram tal sintoma. E quem já tinha condições cardíacas pré-existentes era ainda mais afetado: 70% dessas pessoas morreram.

Relatos semelhantes vêm aparecendo em todo o mundo. O jornal americano The New York Times reportou o caso de um homem que chegou ao hospital com sintomas típicos de um ataque cardíacos – mas, quando os médicos rapidamente agiram para desbloquear a artéria entupida, descobriram que não havia nenhuma. O homem foi diagnosticado com Covid-19 e, 12 dias depois, se recuperou da doença e voltou para a casa. Outro caso na Itália foi descrito por médicos em um artigo científico: o de uma mulher que desenvolveu miocardite, uma inflamação na parede do coração, por conta do coronavírus. A mulher não teve outros sintomas graves da doença, como dificuldade em respirar, e nem danos graves aos pulmões.

Não é exatamente uma novidade que coronavírus causem danos ao coração em alguns casos – isso já havia observado em quadros de outras doenças causadas por vírus da mesma família, como a Mers (Síndrome Respiratória do Oriente Médio) e a Sars (Síndrome Respiratória Aguda Grave). Como o novo coronavírus é emergente e a preocupação principal dos médicos atualmente é salvar os pacientes com síndrome respiratória grave, não há tantos dados que nos permitam dizer até que ponto esse sintoma é comum nos quadros da Covid-19.

Também não sabemos exatamente o que causa os danos no sistema cardíaco. Uma hipótese é que ele seja causado não pelo vírus em si, mas pela resposta do corpo à ele (assim como a maioria dos sintomas da doença). Funciona assim: quando o vírus começa a infecção no corpo, nosso sistema imunológico responde atacando as células infectadas. Esse processo gera inflamação – os vasos sanguíneos dilatam para levar mais sangue e, com ele, mais células do sistema imunológico para o local.

Acontece que, as vezes, esse processo pode causar mais mal do que bem, destruindo tecidos saudáveis e prejudicando o órgão. É isto que acontece nos pulmões durante casos graves de Covid-19, gerando pneumonia. É possível que a reação do corpo seja tão desenfreada que o processo de inflamação atinja também o coração – embora, novamente, não haja dados ou estudos para provar essa hipótese.


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Como cuidar da saúde bucal em tempos de coronavírus

A pandemia mundial de Covid-19, decretada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), alterou a rotina dos brasileiros, que agora devem evitar aglomerações e redobrar a higiene pessoal. Nesse contexto, é importante ressaltar que as pessoas devem ficar ainda mais atentas à higiene bucal.

Primeiro porque ela é fundamental para a manutenção da saúde geral. E segundo porque, de acordo com as orientações técnicas do Ministério da Saúde e de órgãos de vigilância dos estados para este momento de isolamento social, só se deve buscar atendimento odontológico em caso de urgência ou emergência.

Ciente da gravidade do cenário, o Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (Crosp) reuniu recomendações sobre medidas de prevenção e proteção da saúde bucal em tempos de propagação intensa do novo coronavírus.

Em primeiro lugar, não podemos negligenciar a higiene bucal diária, que é essencial para evitar o surgimento de cárie, gengivite e mau hálito, além de problemas mais graves. A higiene deve ser feita com escova de cerdas macias e creme dental com flúor, e a limpeza entre os dentes requer o fio dental — se houver indicação do cirurgião-dentista, pode-se complementar com o uso do enxaguante bucal. Lembrando que a escovação deve ser feita ao acordar, após as refeições e antes de dormir.

Cuidados especiais durante a pandemia de coronavírus

Uma das formas de contágio do novo coronavírus se dá pela disseminação de gotículas de saliva. Por isso, se alguém na casa estiver com sintomas ou suspeita da infecção, o uso de pasta de dente, sabonete e toalha de rosto precisa ser individualizado. Nesse sentido, também se indica não deixar as escovas no mesmo ambiente.

Antes de realizar a higiene bucal, é importante sempre lavar as mãos até a metade do pulso e entre os dedos, por no mínimo 20 segundos. Não custa frisar: lavar frequentemente as mãos é uma das principais medidas para conter o vírus.

Outro conselho é evitar colocar a mão na boca. Estudos recentes mostram que o causador da Covid-19 consegue sobreviver por até três dias em superfícies como plástico e aço. Nossas mãos estão em contato constante com vários materiais, que podem estar contaminados. Tocar nessas superfícies e levar as mãos à boca, ao nariz ou aos olhos aumenta o risco de pegar o vírus. Em casa, certifique-se de redobrar a limpeza das superfícies e dos objetos pessoais.

Consultas ao dentista

Diante da pandemia, os órgãos de saúde e de vigilância sanitária do país recomendam a ida ao consultório odontológico apenas em casos de emergência ou urgência. As visitas ao cirurgião-dentista para procedimentos eletivos devem ser adiadas por precaução.

É importante destacar que os consultórios odontológicos seguem rigorosamente as medidas de biossegurança, a fim de restringir os riscos de infecção para a população e os profissionais de saúde bucal.

Já são adotados diversos protocolos com sólidas evidências científicas que nos permitem atender pacientes com várias patologias, como aids, hepatites e outras situações clínicas, em nossos consultórios.

A medida de adiamento dos procedimentos eletivos só foi adotada em caráter emergencial, face à propagação da Covid-19.

Durante a pandemia, os tratamentos com finalidade estética, procedimentos ortodônticos que não envolvam traumas, restauração de dentes assintomáticos, bem como cirurgias eletivas para extração de dentes ou controle da periodontite, devem ser suspensos e só retomados após recomendação do profissional.

Já os casos de emergência odontológica, cujo atendimento continua vigente, são aqueles que expõem o paciente a potencial risco de morte, caso de sangramentos não controlados e traumatismos que envolvem os ossos da face, com comprometimento das vias aéreas. O cirurgião-dentista tem de estar a postos para agir nesses contextos.

Assim como nos casos urgentes, que são aqueles que, embora não ofereçam risco iminente à vida, devem ser resolvidos prontamente. Exemplos: dor de dente aguda, abscessos dentários ou periodontais que provocam dor localizada, fratura de dente com trauma no tecido mole bucal, tratamento odontológico prévio a procedimento médico e cáries extensas ou restaurações com problemas que estejam causando muita dor.

Se o seu caso se encaixar em uma das situações listadas acima, entre em contato previamente com o seu cirurgião-dentista para avaliar a necessidade de atendimento odontológico e informe se nos últimos 14 dias apresentou algum sintoma como febre, coriza, tosse, dor de garganta e falta de ar. Após o contato, o profissional saberá como conduzir o caso e orientá-lo sobre a melhor providência a ser tomada.

Como fica o consultório odontológico

As clínicas e consultórios devem seguir rigorosamente as normas de biossegurança para evitar a propagação do novo coronavírus. Em casos de atendimento de emergência ou urgência, o profissional precisa seguir as medidas preventivas abaixo:

● Isolamento respiratório com o uso de máscaras cirúrgicas N95;
● Uso de avental, touca e luvas descartáveis, bem como óculos de proteção, que deve ser higienizado após cada atendimento. O emprego dos equipamentos de proteção individual deve ser priorizado;
● Higiene frequente das mãos, principalmente antes e depois de cada atendimento;
● Desinfecção de todos os ambientes de trabalho após cada paciente, pois o vírus pode ser transportado em forma de aerossol e sobreviver nas superfícies por mais de nove dias;
● Cuidados redobrados com o manuseio de modelos e moldes para efetiva desinfecção;
● Evitar cumprimentos como beijos ou apertos de mão;
● Seguir rigorosamente todos os procedimentos do manuseio para limpeza e esterilização dos instrumentos.

Profissionais de odontologia também devem se vacinar contra a gripe e fazem parte do grupo prioritário da primeira fase da campanha nacional do Ministério da Saúde. Além disso, podem orientar seus pacientes acima de 60 anos a tomar o imunizante — que não evita o coronavírus, mas previne outra importante infecção respiratória.

Assim como toda a população, os profissionais de saúde bucal também estão enfrentando estes tempos difíceis. E o Crosp salienta que as orientações aqui reunidas são transitórias e podem ser modificadas diante do controle da pandemia. Mas o fundamental é reforçar que, quanto mais aderirmos às medidas de prevenção e contenção, mais rapidamente passaremos pela Covid-19.

* Dr. Marco Antonio Manfredini é cirurgião-dentista, doutor em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (USP) e tesoureiro do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (Crosp)


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O Novo Jeito de Conversar Com Seus Visitantes

O marketing evoluiu para uma abordagem multicanal. Isso quer dizer que não dá mais para você querer ter sucesso usando um único canal.

Antigamente, empresas como o Facebook se tornavam bilionárias através de um único canal.

O Facebook usava o email para crescer e eles faziam isso pedindo para você convidar todos os seus contatos para criarem uma conta.

O Yelp era parecido. Eles se transformaram em um negócio multimilionário através de um único canal… SEO.

O Dropbox cresceu através das redes sociais. Se você tuitasse sobre o Dropbox, eles te davam mais espaço.

Essas abordagens de marketing funcionaram bem para todas essas grandes empresas, mas qual o problema delas?

A lei dos cliques porcaria

O que funcionou para o Facebook, Yelp e Dropbox foram ótimas estratégias, mas, com o tempo, todos os canais de marketing de qualidade ficaram saturados e pararam de funcionar como de início.

Como apontado por Andrew Chen, começa funcionando e depois para.

É simples assim. Claro, esses canais ainda conseguem gerar tráfego e sempre vão fazê-lo, mas conforme as pessoas se acostumam a eles, eles deixam de funcionar tão bem.

Dê uma olhada na imagem abaixo.

Você sabe dizer o que é?

Esse foi o primeiro anúncio em banner já criado. A AT&T criou esse anúncio e colocou-o no HotWired.com em 1994. E o mais louco é… de todo mundo que o viu, impressionantes 44% clicaram nele.

Pare e pense um pouco… Esse anúncio em banner teve uma taxa de clique de 44%.

Estamos todos de acordo que não é um anúncio ou um design incrível, mas era novidade na época, então gerou uma quantidade absurda de cliques.

E, da mesma forma, o SEO era mais eficaz no início, anúncios pagos eram mais acessíveis e produziam um ROI mais alto e o marketing de referência era muito mais eficaz. Existem vários estudos de caso de canal único que funcionaram no passado.

E, repito, isso não significa que esses canais não funcionem, só significa que eles não funcionam tão bem quanto antes.

E como sobreviver em um mercado competitivo?

Usando uma abordagem multicanal. Você não tem escolha senão usar todos os canais de marketing existentes.

Sim, eles estarão concorridos e saturados, mas eles ainda funcionam.

É como se fossem pancadinhas… Elas são leves e não machucam, mas se são várias, elas começam a se acumular e podem machucar.

O mesmo se aplica ao seu marketing. Se você juntar todos esses canais que produzem um ROI pequeno, eles vão gerar um número grande no fim. Mas, se você vir cada canal individualmente, o resultado não é muito atraente. Mas quando você junta todos eles, fica ótimo. 

Comece com chat

O que você vê mais, suas mensagens de texto ou sua caixa de e-mail?

Aposto que você vai dizer mensagens de texto, porque você olha seu celular com muito mais frequência do que você entra na sua caixa de entrada.

Mas deixa eu te mostrar um dado… Você sabia que mais de 6 bilhões de mensagens SMS são enviadas diariamente?

Agora adivinha quantos emails são enviados diariamente?

269 bilhões!

É uma diferença grande.

E sabe quantas pessoas entram no Facebook a cada dia?

1,62 bilhões.

Meu objetivo ao compartilhar esses dados não é tentar te convencer de que e-mail é melhor do que mensagem de texto. Ou que Facebook vale tanto quanto mensagens.

É mais te mostrar que todos eles são canais importantíssimos que as pessoas usam todos os dias.

Então por que não tentar se beneficiar de todos eles?

E você pode fazê-lo facilmente através de ferramentas de chat de marketing como a Manychat, que te permite se comunicar com seus visitantes usando mensagens de texto, email marketing e o Facebook Messenger.

Depois de criar sua conta na Manychat, veja aqui como configurá-la. Eles têm vários vídeos úteis que te ensinam coisas como configurar bots do Facebook Messenger e conectar sua página do Facebook para você poder começar a enviar mensagens.

Depois de ter tudo configurado, quero que você use os seguintes templates para o seu negócio, porque eu sei que eles convertem…

Templates que convertem

Eu e minha equipe testamos vários tipos de mensagem para todos os canais, como email, messenger e mensagem de texto.

Veja as que funcionaram melhor para nós…

Templates de mensagem de texto

A mensagem de texto que eu mais gosto de enviar é:

[primeiro nome]

?

Quando alguém envia uma mensagem de texto só com o seu primeiro nome e um “?”, o que você faz? É bem provável que você responda… “quem é?”.

Depois da pessoa responder perguntando quem é, nossos representantes comerciais normalmente respondem com…

Aqui é o John da equipe do Neil Patel. Eu só queria dar seguimento e ver se você tem alguma pergunta ou se podemos te ajudar com alguma coisa.

É simples, funciona e aumentou nossas vendas em 4,69%.

Outra que funciona bem é uma mensagem de texto de “oferta relâmpago”…

Oferta Relâmpago: Todos os produtos no [seu site] estão com [x] % de desconto pelas próximas 24 horas. [inserir URL]

Essa funciona super bem em datas comemorativas ou sempre que você quiser fazer uma promoção. Dependendo do tamanho do seu negócio e da sua lista, você normalmente vai ter um aumento de receita entre 2 e 3% naquele mês.

E a minha campanha preferida de mensagem de texto é…

Dê uma olhada nesse novo post, sobre [assunto do post] [URL]

Um exemplo seria… “Dê uma olhada nesse novo post sobre como dobrar seu tráfego de SEO [URL]”

Quando eu envio alertas de mensagem de texto sobre posts novos, costuma aumentar em mais 4% o tráfego para esse post.

Templates de email

Você provavelmente já conhece esse template de email, já que você o recebe de mim toda semana. 😉

Assunto: Como Gerar Leads Quando Você Não Tem (Quase) Nada de Tráfego

Se você tem bastante tráfego, é fácil gerar leads.

Mas e se seu site é novo ou não tem nada de tráfego?

E se você não tem nenhum dinheiro para gastar com anúncios pagos?

O que fazer?

Existe uma solução. Veja como gerar leads quando você não tem tráfego.

Um abraço,

Neil Patel

Eu envio um email mais ou menos assim toda semana.

É um email em texto simples, no qual a linha de assunto é o título do seu post e o corpo do email traz um problema e a solução, sendo esta um link para o post.

Para te um ideia, esse formato de email vem me trazendo taxas de abertura de 29% a 33% e taxas de clique de 4% a 7%.

E se você estiver vendendo produtos informativos através de webinários, tem oito tipos de emails que eu uso para gerar vendas (dê uma olhada nesse post se você quiser saber como ganhar um bom dinheiro vendendo produtos informativos):

  1. Sequência de convite – é uma série de emails que convidam as pessoas a assistirem seu webinário. (veja aqui meus emails de convite)
  2. Doutrinação – você precisa criar uma conexão com as pessoas. As pessoas estarão mais inclinadas a converter se souberem mais e confiarem em você. (veja aqui meus emails de doutrinação)
  3. Ausências – o simples fato de alguém se inscrever no seu webinário não significa que essa pessoa vai assistir. Para todo mundo que não for, envie um email para assistirem o replay. (veja aqui meus emails de ausência)
  4. Replay – nem todo mundo vai assistir ao seu webinário inteiro. Quem não ficar até o final não vai ver a sua oferta. Por isso é uma boa enviar alguns emails estimulando que eles assistam ao replay. (veja aqui meus emails de replay)
  5. Resolvendo objeções – existem diversas razões pelas quais alguém pode não comprar. Todas essas objeções devem ser respondidas por e-mail. (veja aqui meus emails para resolver objeções)
  6. Sequência de contagem regressiva – você vai precisar fechar seu curso. Dizer às pessoas que elas só têm mais alguns dias para comprar é uma maneira bastante eficaz de gerar vendas. Esses emails vão gerar de 1/3 a metade das suas vendas, aproximadamente. (veja aqui meus emails de sequência de contagem regressiva)
  7. Email de última chance – no último dia, você deve enviar alguns emails informando as pessoas que já está para fechar. (veja aqui meus emails de última chance)
  8. Oferta de teste gratuito – a maioria das pessoas não vai comprar de você. Oferecer uma última oportunidade de teste gratuito é uma ótima maneira de conseguir aproximadamente mais 15% das vendas. (veja aqui meus emails de oferta de teste gratuito)

Se você vende produtos, tem três emails principais que eu percebi que funcionam bem. Os dois primeiros são para abandono de carrinho.

Assunto: Esqueceu alguma coisa?

Percebemos que você deixou alguma coisa para trás. Mas não se preocupe, salvamos os itens no seu carrinho para que você possa finalizar sua compra com facilidade.

[inserir imagem dos produtos]

botão de CTA: Voltar ao carrinho

Esse simples email de abandono costuma aumentar as vendas em 1,73%. Eu sei que não é muito, mas é o que eu falei acima sobre as pequenas pancadas. 😉

Assunto: Continua pensando nisso?

Se você não consegue decidir se o [inserir nome do produto] é o produto certo para você, aqui vão algumas das vantagens dele:

[inserir vantagem 1]

[inserir vantagem 2]

[inserir vantagem 3]

[inserir vantagem 4]

[inserir vantagem 5]

[inserir vantagem 6]

E aí, o que você está esperando? Você não tem nada a perder com nossa garantia incondicionada de dinheiro de volta em 30 dias.

CTA: Completar minha compra

Em média, esse email gerou aos nossos clientes um aumento de 1,44% nas vendas.

Assunto: Quem não adora 15% de desconto?

Explore novos [tipo de produtos que você vende] que vão te ajudar a [insira vantagem].

Promoção acaba [insira data e hora].

CTA: Usar meu desconto

Com o email de desconto ou cupom, vimos que os resultados variam bastante. Quanto maior o desconto, mais vendas você normalmente recebe. Os maiores ganhos vêm quando as empresas oferecem descontos a partir de 30%.

Templates para o Facebook Messenger

Diferente de emails e mensagens de texto, não dá para simplesmente enviar mensagens para as pessoas no Facebook Messenger e fazer o que der na telha. Existem regras

  • Você pode enviar mensagem para um inscrito dentro das primeiras 24 horas da sua última interação.
  • Dentro desse período de 24 horas, você enviar material promocional.
  • Dentro do período de 24 horas, as mensagens devem conter uma dessas 4 tags: atualização em um evento confirmado, atualização pós-compra, atualização na conta ou um agente humano.
  • Para usuários que se cadastraram para receber mensagens depois das 24 horas, você pode, claro enviar mensagens.

Quanto a templates que funcionam, pelo fato de o Facebook estar sempre mudando as regras do Messenger, siga esses templates no Manychat, que estão sempre mudando com base em dados em tempo real sobre o que está funcionando e o que não está.

Conclusão

Você não tem escolha senão usar uma abordagem multicanal com o seu marketing.

Claro, todos os bons canais acabam ficando saturados e a taxa de cliques acaba diminuindo com o tempo, mas se você buscar todos os principais canais, os ganhos marginais vão se acumular.

E o jeito mais fácil de se tornar multicanal é com chat. Eu sei que você provavelmente já usa email, mas eu aposto que você não vem usando mensagens de texto nem bots do Facebook Messenger. E também aposto que você também não está usando notificações push.

E aí, quantos canais de marketing você está usando?

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A saúde mental durante e após a pandemia de coronavírus – podcast

Uma pandemia como a de coronavírus chacoalha a vida de todo mundo. Isolamento social, medo, incerteza com o futuro, mudança no ritmo das relações sociais. Esses e outros fatores podem culminar em transtornos como depressão e ansiedade (ou mesmo em brigas, divórcios etc). Como preservar a saúde mental nesses momentos críticos? E o que acontecerá com a nossa cabeça quando a pandemia arrefecer? É isso o que vamos abordar no podcast Detetives da SAÚDE.

Nossa convidada especial é Marilda Lipp, psicóloga e diretora do Instituto de Psicologia e Controle do Stress (IPCS). “O que sobra de uma epidemia é a doença mental”, raciocina, lembrando de outros momentos em que a sociedade precisou enfrentar ataques de vírus. Ela ainda ressalta as particularidades do novo coronavírus que interferem de maneira única no bem-estar mental.

Neste episódio, você vai ouvir o que pode ser feito para atenuar o abalo emocional de um período como esse. Marilda Lipp inclusive citou um telefone para o qual podemos ligar em situações de muito estresse: (19) 99968-9325. Nesse número, o IPCS oferece um atendimento emergencial gratuito a quem está angustiado.

Você pode escutar o programa em diversas plataformas. Dá para clicar ali em cima e ouvir no nosso site mesmo. Também estamos no Spotify, no Deezer, no Google Podcasts, no Pocket Casts, no Youtube… Não sabe como ouvir nesses ambientes? Clique aqui.

 

 


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quarta-feira, 1 de abril de 2020

Hospitais de campanha: como vão funcionar e por que são tão importantes

Em vez dos tradicionais jogos de futebol, o estádio do Pacaembu, na capital de São Paulo, vai receber pessoas infectadas com o novo coronavírus (chamado de Sars-CoV-2). Do dia 6 de abril em diante, funcionará ali um hospital de campanha com duas tendas e 200 leitos. Mas como esse e outros locais parecidos vão funcionar? Quem receberá tratamento? E qual a importância deles?

Comecemos pela última pergunta. “Essa pandemia exige muitas internações, que devem saturar o sistema de saúde. Os hospitais de campanha ajudam principalmente a desafogar a demanda por leitos para pacientes com Covid-19 de baixa complexidade”, explica Fabio Racy, especialista em Medicina do Desastre e coordenador médico do hospital de campanha do Pacaembu, que será gerenciado pelo Hospital Israelita Albert Einstein.

Por baixa complexidade, entenda: indivíduos que devem permanecer internados, mas que dispensam a necessidade de cuidados em UTIs. Eles estão em uma zona cinzenta de gravidade, assim por dizer.

As autoridades locais podem definir os critérios de quem será atendido nesses hospitais temporários. A maioria deles deve cuidar de vítimas do novo coronavírus que já podem deixar a UTI, porém que ainda não estão aptos a ter alta e voltar para casa.

Isso porque muitos casos de Sars-CoV-2 demoram entre sete e dez dias para manifestar complicações que exijam respiradores mecânicos, monitoração detalhada e outros cuidados disponíveis apenas em uma UTI. Logo, se um hospital temporário sediasse brasileiros que estão começando a exibir sintomas que pedem uma internação (como falta de ar persistente), não raro seria necessário tirá-los de lá para levá-los a um estabelecimento com UTI em decorrência do agravamento do caso.

“Ao nos concentrarmos em quem está saindo da UTI, minimizamos a necessidade de remoções com ambulância, que não são boas para as pessoas e sobrecarregam o sistema de saúde”, esclarece Racy.

Ainda assim, se os hospitais públicos entrarem em colapso, é possível que os de campanha acolham também a turma que está iniciando o tratamento do coronavírus. Lembrando que a orientação para quem apresenta sintomas leves é ficar em casa.

No dia 1º de abril, Luiz Henrique Mandetta, ministro da Saúde, participou de uma coletiva de imprensa em que fez uma declaração sobre outro benefício dos hospitais temporários: “Eles vão ser cada vez mais comuns no Brasil. Ao deixarmos as pessoas que estão em uma zona cinzenta de gravidade nesses lugares, evitamos a contaminação de todos os hospitais, inclusive dos que não têm UTI”.

E atenção: não adianta ir até um desse locais ao apresentar sintomas suspeitos da Covid-19. Quem encaminha o paciente para lá são as unidades básicas de saúde, a depender de certos critérios.

Além do hospital de campanha do Pacaembu, uma estrutura semelhante está sendo montada no Anhembi (também em São Paulo), com 1 800 leitos. A capital do Rio de Janeiro, Boa Vista (Roraima), Brasília (Distrito Federal), Fortaleza (Ceará) e vários outros municípios também vêm montando espaços semelhantes.

Fora do país, ficou marcada a construção de um hospital de campanha no Central Park, um dos parques mais famosos do mundo, localizado em Nova York (EUA). Em Wuhan, cidade da China onde o Sars-CoV-2 causou suas primeiras vítimas, mais de uma dezena de estruturas do tipo foram erguidas. Agora que o número de novos casos arrefeceu por lá, eles estão sendo desmontados.

“O contrato que temos para o hospital de campanha do Pacaembu é de três meses, podendo ser ampliado. Mas imagino que ele vai permanecer ativo de quatro a seis meses, embora a gente só vá saber disso ao certo com o avançar da crise”, calcula Racy.

Como será tratamento do coronavírus nos hospitais de campanha

Nesses espaços, os profissionais de saúde terão todos os medicamentos necessários para controlar sintomas, infecções oportunistas… “Nós ainda dispomos de tubos de oxigênio para administrar via cateter, se for necessário”, diz Racy.

Via de regra, os hospitais temporários não contarão com respiradores mecânicos e equipamentos de monitorização mais rebuscados — esses estarão nas UTIs tradicionais.

Os leitos serão separados de acordo com certas características do paciente. Casos suspeitos ficarão em uma ala, enquanto os confirmados em outra, por exemplo. A evolução do paciente será acompanhada constantemente até o momento de sua alta.


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Quarentena generalizada mudou a maneira como a crosta da Terra se move

Com grande parte do mundo adotando medidas totais ou parciais de distanciamento social, a Terra está ficando menos agitada – literalmente. Cientistas de diversos países vêm observando a diminuição do chamado ruído sísmico, o barulho gerado pela vibração da crosta terrestre capaz de ser medido por instrumentos chamados sismógrafos. 

A redução provavelmente tem a ver com a menor circulação de pessoas e carros pelas cidades, além da pausa em outras atividades humanas, segundo pesquisadores. Parece exagerado pensar que nossas ações alteram a dinâmica terrestre, mas, quando somadas, as influências humanas causam sim pequenas variações na vibração da crosta, principalmente em nível local. Esse “ruído de fundo”, em geral, é negativo para a atividade dos sismógrafos, porque atrapalha as observações de ruídos naturais que ocorram na mesma frequência.

Segundo dados do Observatório Real da Bélgica, que fica em Bruxelas, a redução dos ruídos sísmicos causados por humanos na cidade caiu em até um terço desde que foram implementadas medidas de isolamento social. O país europeu, que já soma quase 14 mil casos e 828 mortes, fechou escolas, bares e restaurantes e proibiu todas as viagens não essenciais até 19 de abril. 

A redução por si só não é incomum: em fins de semana, por exemplo, o ruído de fundo causado por humanos geralmente cai. E, como lembrou à revista Nature o sismólogo Thomas Lecocq, do Observatório Real da Bélgica, esses menores níveis também aparecem no país durante feriados nacionais, como o Natal. Mas, agora, ela está sendo prolongada.

Outros cientistas ao redor do mundo também estão divulgando reduções parecidas. Em seu Twitter, o sismólogo Stephen Hicks, da Imperial College, divulgou dados da organização British Geological Survey que revelam uma redução da atividade sísmica no Reino Unido. Ele lembrou que a estação fica perto da rodovia M4 – uma estrada que liga Londres ao País de Gales –, então a redução provavelmente reflete o menor tráfego de carros na região.

Também no Twitter, Celeste Labedz, doutoranda no Instituto de Tecnologia da Califórnia, mostrou uma redução acentuada na atividade sísmica medida em Los Angeles, nos Estados Unidos. “A queda é realmente radical”, escreveu. Fenômenos parecidos também foram identificados em Paris, na França, e em Auckland, na Nova Zelândia.

Para os cientistas, a redução é positiva, porque torna mais fácil que terremotos leves e outras perturbações na crosta sejam identificadas sem o ruído humano. Mas a geóloga americana Emily Wolin disse, em entrevista à Nature, que nem todos os sismógrafos do mundo registrarão mudanças tão radicais como os citados aqui. Isso porque a maioria é instalada longe de cidades ou enterrada no chão, exatamente para evitar ao máximo as perturbações vindas de atividade humana, visando aumentar sua precisão na medição de fenômenos naturais.


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